quinta-feira, 10 de maio de 2012

Fazer o bem - Uns aos outros


Hb 10.24, 25 (considerar a estimular),


24  e consideremo-nos  uns aos outros, para nos estimularmos  ao amor e às boas obras, 
25  não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. 

Considerar (notar, perceber, ver detalhes) para estimular (incitar, provocar) você a mim, eu a você, uns aos outros:

                                            ...  amor (altruismo, doação, entrega)
                                            ... Boas obras  (aquilo que alguem se ocupa, seja bom, bondoso, excelente)


Como?

1. Não deixando de ajuntar, compartilhar vida (não deixando de "igrejar-nos", unir uns com os outros) 

       Isso já virou rotina, costume de alguns, ou da maioria...

2. Admoestando (exortando, trazendo ao lado, para ver e caminhar junto, corrigindo desvios)

      

terça-feira, 8 de maio de 2012

Amor - Uns aos outros


Jo 13.34, 35

Contexto: 
       Jesus na santa ceia, acabou de lavar os pés dos discipulos (humildade e humilhação)
       Anunciou sua traição e Judas saiu para O trair. 
       Anuncia que irá partir e deixar seus discípulos.

Diante disso Ele deixa uma orientação:

34  Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros. 
35  Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. 

1.Amar uns aos outros é uma Ordem e não opção ou sentimento

2.Amar uns aos outros é segundo o modelo de Cristo e não deste mundo

“Devemos considera-los irmãos em Cristo, alegrando-nos em fazer qualquer coisa que promova a felicidade deles. Temos de abominar a inveja, a malícia, e os ciúmes em relação a um membro do Corpo de Cristo, considerando pecado esse tipo de atitude. Isto é o que o Senhor pretendia dizer ao mandar-nos amar uns aos outros.” Ryle

3.Amar uns aos outros anuncia nossa identidade (proximidade com Cristo)
Autenticidade do cristianismo.

“A obra de Cristo no mundo prosperaria mais rapidamente se este mandamento fosse mais obedecido.” Ryle

                                                        * * *

Rm12.10(amar, preferir em honra),

10  Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros; 

1Pe1.22(amar de coração);

22  Já que tendes purificado as vossas almas na obediência à verdade, que leva ao amor fraternal não fingido, de coração amai-vos ardentemente uns aos outros, 



1Jo 4.7, 11, 12(quem ama nascido de Deus) 

7  Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 
11  Amados, se Deus assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros. 
12  Ninguém jamais viu a Deus; e nos amamos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado. 

sábado, 5 de maio de 2012

Calendário do Mês



Calendário do Mês de Maio devidamente atualizado, não perca as atividades onde a igreja se reúne e celebra!!!

Confira lá no link acima.



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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Por Que Deus Deixou Paulo se Tornar um Assassino?


Nós sabemos que antes de Paulo nascer, Deus já o tinha separado para seu apostolado.

Ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse aos gentios. (Gálatas 1:15-16).

E nós sabemos que Paulo se tornou um odiador de cristãos (Atos 9:1), perseguidor de cristãos (Atos 9:5), zeloso (Filipenses 3:6; Gálatas 1:14) antes de se converter. Para todo o sempre ele chamaria a si mesmo de “o principal dos pecadores” por causa desses dias perversos (1 Timóteo 1:15; 1 Coríntios 15:9).

Nós também sabemos que Deus invadiu a vida de Paulo dramaticamente e decisivamente para trazê-lo à fé (Atos 9:3-19). O que significa que ele poderia ter planejado o encontro na estrada para Damasco antes que Paulo aprisionasse e assassinasse cristãos. Mas ele não fez assim.

Seu propósito, portanto, era permitir que Paulo se tornasse “o principal dos pecadores”, e então, salvá-lo, e transformá-lo no apóstolo que escreveria treze livros do Novo Testamento.

Por quê? Por que fazer desta maneira? Por que escolhê-lo antes do nascimento para ser um apóstolo? E depois deixá-lo afundar em oposição perversa e violenta contra Cristo? E depois salvá-lo dramaticamente e decisivamente na estrada para Damasco? Por quê?

Eis aqui seis razões. As duas primeiras são explícitas no texto bíblico. As quatro últimas são claras inferências a partir das duas primeiras. Deus fez desta forma…

1. Para colocar a perfeita paciência de Cristo em evidência.

“Por esta mesma razão me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade.” (1 Timóteo 1:16).

2. Para encorajar aqueles que acham que são muito pecadores para ter esperança.

“Por esta mesma razão me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna.” (1 Timóteo 1:16).

3. Para mostrar que Deus salva a endurecidos odiadores de Cristo, que até mesmo assassinou cristãos.

4. Para mostrar que Deus permite que seus tão amados eleitos afundem em perversidade flagrante.

5. Para mostrar que Deus pode fazer do principal dos pecadores, o principal dos missionários.

6. Para mostrar a uma igreja impotente, perseguida e marginalizada que ela pode triunfar pela conversão sobrenatural de seu mais poderoso adversário.


Por John Piper © Desiring God. Website: desiringGod.org

Tradução: voltemosaoevangelho.com


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Comunhão



I - O que é? Para que serve? Com quem?

1 Jo 1.3 (comunhão conosco e com Deus)

Cristo nos colocou na comunhão com Ele e o Pai e, automaticamente com outros que tem essa comunhão, nós precisamos é cultivar, desenvolver …


1Jo 1.6 (comunhão com Ele), 7 (comunhão uns com os outros);

Incoerências … falar é muito fácil! Se nossas práticas mostram o contrário.

Falsos mestres diziam que tinham um conhecimento superior e independente de seus atos (o que faziam com seus corpos não importava)

II - Como se manifesta?

1. É necessário esforço
                  At 2.42 -(unanimes, perseveravam na comunhão)

2. Ela se expressa em atitudes (não só vir ao prédio da igreja)

           a. Doação física
                     Rm 12.13 (compartilhar as necessidades) cf
                     2 Co 8.4 (participar da assistência) – ir dar

           b. Abrindo mão (prejuízo)
                    Fm 6 (comunhão da tua fé – colocar em prática essa comunhão que anunciamos)

            c. Proclamação coletiva
                     Fp 1.5 (cooperação no evangelho – para a proclamação do evangelho)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Precisamos Novamente de Homens de Deus


A.W. Tozer

A igreja, neste momento, precisa de homens, o tipo certo de homens, homens ousados. Afirma-se que necessitamos de avivamento e de um novo movimento do Espírito; Deus, sabe que precisamos de ambas as coisas. Entretanto, Ele não haverá de avivar ratinhos. Não encherá coelhos com seu Espírito Santo.

A igreja suspira por homens que se consideram sacrificáveis na batalha da alma, homens que não podem ser amedrontados pelas ameaças de morte, porque já morreram para as seduções deste mundo. Tais homens estarão livres das compulsões que controlam os homens mais fracos. Não serão forçados a fazer as coisas pelo constrangimento das circunstâncias; sua única compulsão virá do íntimo e do alto.

Esse tipo de liberdade é necessária, se queremos ter novamente, em nossos púlpitos, pregadores cheios de poder, ao invés de mascotes. Esses homens livres servirão a Deus e à humanidade através de motivações elevadas demais, para serem compreendidas pelo grande número de religiosos que hoje entram e saem do santuário. Esse homens jamais tomarão decisões motivados pelo medo, não seguirão nenhum caminho impulsionados pelo desejo de agradar, não ministrarão por causa de condições financeiras, jamais realizarão qualquer ato religioso por simples costume; nem permitirão a si mesmos serem influenciados pelo amor à publicidade ou pelo desejo por boa reputação.

Muito do que a igreja faz em nossos dias, ela o faz porque tem medo de não fazê-lo. Associações de pastores atiram-se em projetos motivados apenas pelo temor de não se envolverem em tais projetos.

Sempre que o seu reconhecimento motivado pelo medo (do tipo que observa o que os outros dizem e fazem) os conduz a crer no que o mundo espera que eles façam, eles o farão na próxima segunda-feira pela manhã, com toda a espécie de zelo ostentoso e demonstração de piedade. A influência constrangedora da opinião pública é quem chama esses profetas, não a voz de Jeová.

A verdadeira igreja jamais sondou as expectativas públicas, antes de se atirar em suas iniciativas. Seus líderes ouviram da parte de Deus e avançaram totalmente independentes do apoio popular ou da falta deste apoio. Eles sabiam que era vontade de Deus e o fizeram, e o povo os seguiu (às vezes em triunfo, porém mais freqüentemente com insultos e perseguição pública); e a recompensa de tais líderes foi a satisfação de estarem certos em um mundo errado.

Outra característica do verdadeiro homem de Deus tem sido o amor. O homem livre, que aprendeu a ouvir a voz de Deus e ousou obedecê-la, sentiu o mesmo fardo moral que partiu os corações dos profetas do Antigo Testamento, esmagou a alma de nosso Senhor Jesus Cristo e arrancou abundantes lágrimas dos apóstolos.

O homem livre jamais foi um tirano religioso, nem procurou exercer senhorio sobre a herança pertencente a Deus. O medo e a falta de segurança pessoal têm levado os homens a esmagarem os seus semelhantes debaixo de seus pés. Esse tipo de homem tinha algum interesse a proteger, alguma posição a assegurar; portanto, exigiu submissão de seus seguidores como garantia de sua própria segurança. Mas o homem livre, jamais; ele nada tem a proteger, nenhuma ambição a perseguir, nenhum inimigo a temer. Por esse motivo, ele é alguém completamente descuidado a respeito de seu prestígio entre os homens. Se o seguirem, muito bem; caso não o sigam, ele nada perde que seja querido ao seu coração; mas, quer ele seja aceito, quer seja rejeitado, continuará amando seu povo com sincera devoção. E somente a morte pode silenciar sua terna intercessão por eles.

Sim, se o cristianismo evangélico tem de permanecer vivo, precisa novamente de homens, o tipo certo de homens. Deverá repudiar os fracotes que não ousam falar o que precisa ser externado; precisa buscar, em oração e muita humildade, o surgimento de homens feitos da mesma qualidade dos profetas e dos antigos mártires. Deus ouvirá os clamores de seu povo, assim como Ele ouviu os clamores de Israel no Egito. Haverá de enviar libertação, ao enviar libertadores. É assim que Ele age entre os homens.

E, quando vierem os libertadores... serão homens de Deus, homens de coragem. Terão Deus ao seu lado, porque serão cuidadosos em permanecer ao lado dEle; serão cooperadores com Cristo e instrumentos nas mãos do Espírito Santo...